quinta-feira, 19 de maio de 2011

Celebração: 18 de Maio - Dia Mundia dos Museus





O SBM - Sistema Brasileiro de Museus - define Museu como:
Os museus são casas que guardam e apresentam sonhos, sentimentos, pensamentos e intuições que ganham corpo através de imagens, cores, sons e formas. Os museus são pontes, portas e janelas que ligam e desligam mundos, tempos, culturas e pessoas diferentes.

No dia 18 de maio é comemorado o Dia Mundial do Museu. A data foi instituída pelo Comitê Internacional de Museus (ICOM) com o objetivo de chamar a atenção da sociedade e do público para a importância dos museus. Afinal, são os museus os responsáveis por preservar a história e a cultura da humanidade. Através dos anos, preservam os objetos que foram utilizados, inventados ou descobertos pelo homem ao longo de sua existência histórica.

Visitar um museu é, portanto, voltar no tempo, aprender nossa história e valorizar o conhecimento humano!

Existem vários tipos de museus:

•Museu de história natural: preservam a fauna e a flora. Em alguns é possível conhecer os animais pré-históricos, extintos há milhões de anos! Uma viagem fascinante!
•Museu de arte: podem conter obras de diversos movimentos artísticos, desde pinturas bizantinas até movimentos mais recentes como os impressionistas, modernistas e contemporâneos.
•Museu sobre etnias: existem diversos tipos de museus que contam e preservam a história e cultura de diversos povos. Muitas vezes, algumas etnias nem existem mais, como é o caso de algumas tribos indígenas brasileiras e americanas.
•Museus de tecnologias: estes museus tratam da evolução da ciência e do conhecimento cientifico da humanidade. Exemplos: museu do telefone, do rádio, do automóvel e muito mais!
Imagens acima: Museu do Ipiranga-São Paulo, e vista aérea do Museu de Arte Moderna-São Paulo

Livro: DEZ ANOS QUE ENCOLHERAM O MUNDO - Daniel Piza



O atentado às torres gêmeas completa dez anos em 2011. De lá para cá, muita coisa aconteceu: o debate ambiental esquentou, o cinema brasileiro fez sucesso, o Facebook surgiu e virou mania, a África sediou uma Copa, Osama Bin Laden morreu. Com um olhar apurado, o jornalista Daniel Piza comenta os acontecimentos mais relevantes das áreas da política, economia, cultura, ciência, tecnologia e esportes em seu novo livro Dez anos que encolheram o mundo (Editora Leya, R$ 39,90). Mais do que um almanaque, o livro propõe uma reflexão de nossa época a partir dos fatos mais relevantes do nosso passado recente.

Em dez anos mudaram o mundo, imagina o que pode acontecer daqui em diante em 10 anos.

INACREDITÁVEL - CORAGEM OU LOUCURA?





INACREDITÁVEL! Este é o caso de um fotógrafo tirando fotos de um segundo fotógrafo. As fotos acima foram tiradas por Hans van de Vorst da Holanda no Grand Canyon, no Arizona. As descrições são feitas por ele.A identidade do segundo fotógrafo é desconhecida.

Eu fiquei simplesmente chocado vendo esse cara de pé sobre esta rocha solitária no Grand Canyon. A profundidade do cânion é de 900 metros (3000ft) aqui. A rocha do lado direito que fica ao lado do cânion é seguro. Observando esse cara - vestindo chinelos e dedo (tipo Havaianas) - com camera e tripé, me fiz três perguntas:

1. Como ele conseguiu chegar naquela rocha?
2. Por que não tirar essa foto do por do sol da rocha à direita, a qual é perfeitamente segura?
3. Como ele vai voltar?

Após o pôr do sol atrás do horizonte do cânion, ele arrumou as coisas (com apenas uma mão livre) e preparou-se para o salto. Isso levou cerca de 2 minutos, e nesse ponto, ele tinha toda a atenção da multidão de turistas.
Ele está agora no ponto sem volta - ele pulou em suas flip-flops (assim chamado em inglês os chinelos de dedos).
Agora você pode ver que a rocha segura é mais alta, então ele tinha que pousar baixo - que era bastante íngreme - e tentou usar sua mão livre para agarrar a rocha.

Olhe atentamente para o fotógrafo. Ele tem uma câmera, um tripé e um saco de plástico, tanto no ombro como em sua mão esquerda. Apenas a mão direita está disponível para agarrar a rocha e o peso do seu material é um problema. Ele pousou baixo - a mão direita e pé direito estão deslizando. Neste exato momento, eu tirei essa foto. Ele, então, empurrou seu corpo contra a rocha, esperou por alguns segundos, jogou suas coisas em cima da rocha lisa, subiu e foi embora, provavelmente para um banheiro para para mudar sua roupa de baixo. Eu sei que eu tive que mudar a minha - e eu estava só assistindo!
Hans van de Vorst


O texto em Inglês:

UNBELIEVABLE!!! This is the case of 1 photographer taking photographs of a 2nd photographer.The following photos were taken by Hans van de Vorst from the Netherlands at the Grand Canyon, Arizona . The descriptions are his own.The identity of the 2nd photographer is unknown.

I was simply stunned seeing this guy standing on this solitary rock at The Grand Canyon. The canyon's depth is 900 meters (3000ft) here. The rock on the right is next to the canyon and is safe. Watching this guy - wearing flip-flop sandals - withcamera and tripod, I asked myself 3 questions:
1. How did he get onto that rock ?2. Why not take that sunset picture from the rock to the right, which is perfectly safe?3. How will he get back?
After the sun set behind the canyon's horizon, he packed his things (having only one free hand) and prepared himself for the jump. This took about 2 minutes, and at that point, he had the full attention of the crowd of tourists.
He's now at the point of no return - he jumped in his flip-flops.
Now you can see that the safe rock is higher so he had to land lower - which was quite steep - and tried to use his one free hand to grab the rock.

Look carefully at the photographer. He has a camera, a tripod and a plastic bag, either on his shoulder or in his left hand. Only his right hand is available to grab the rock and the weight of his stuff is a problem. He landed low - his right hand and right foot are slipping. At this very moment, I took this shot. He then pushed his body against the rock, waited for a few seconds, threw his stuff up on the flat rock , climbed up and walked away, presumably to a bathroom to change his shorts. I know I had to change mine - and I was only watching !
Hans van de Vorst

quarta-feira, 18 de maio de 2011

A LÍNGUA PORTUGUESA


Presidente ou Presidenta? Polêmica, agora, é como o brasileiro vai chamar sua superpoderosa
Chamar presidenta fortalece a luta feminista porque sinaliza logo tratar-se de uma mulher?

Imagina uma cena assim.
- Presidente, presidente, como vai a senhora?
- Presidente uma conversa. Me respeite que eu sou é presidenta. Presidentaaa, entendeu bem? Presidenta!


Este suposto carão de Dilma é só um exercício de fantasia. Mas bem que poderia ilustrar a encruzilhada sociolinguística que sucedeu a eleição de Dilma Rousseff presidente do Brasil. Ou presidenta.

A questão pode parecer irrelevante, pois à primeira vista, tanto faz chamar de um ou de outro jeito. Mas ela traz em seu rastro inquietações decisivas para os próximos quatro anos. A escolha por uma ou outra opção gera resultados bem diferentes. Do ponto de vista da norma culta, os dicionários Aurélio e Houaiss já recomendam o uso de presidenta como feminino de presidente ou para a mulher do presidente, mas o debate não se esgota aí.

Chamar presidenta fortalece a luta feminista porque sinaliza logo tratar-se de uma mulher? Presidente, como o CORREIO prefere, é melhor que presidenta para os ouvidos e leitores sensíveis? Dá pra chegar a uma conclusão ou cada um faz sua escolha?

A professora Paula Gemima, especialista em linguagem de sinais para deficientes auditivos, optou por chamar presidente. “Assim, fazemos um sinal só com a mão, pois o sinal já traz implícita a ideia que é um homem presidente. Se chamar presidenta, seriam dois sinais, um para o cargo e outro para mulher”, simplificou, antes de treinar mais um aluno em Paripe, no Subúrbio, onde mantém seu curso.

COTIDIANO
Já a pedagoga e professora de português, Maria Cristina Vidal, prefere a opção mais fácil de entender. Estabelecida no ramo de suporte pedagógico, a antiga “banca” ou “reforço escolar”, ela ensina a seus alunos escreverem “a presidente” porque “a presidenta não soa bem”.

Cristina compara: “gerenta também existe, mas ninguém chama assim desse jeito. No Exército, não tem soldada, nem capitã... é muito feio!”.

A pró segue os ensinamentos do professor Adalberto J. Kaspary, que vai buscar na Academia das Ciências de Lisboa, a fonte para defender o uso da palavra comum a homem e mulher: presidente. Segundo a interpretação de Kaspary, “presidenta” pode tornar-se pejorativo, principalmente se ela fracassar.

Chamar de chefa e parenta também ficou meio baixo-astral em contextos específicos de desvalorização da mulher.

Ellen Gracie Northfleet, a primeira mulher a presidir o Supremo Tribunal Federal, se diz presidente, que é mais formal, como pede o cargo. A acadêmica Nélida Piñon seguiu esta trilha, ao apresentar-se como “a primeira presidente” da Academia Brasileira de Letras. Patrícia Amorim é a presidente do Flamengo e não presidenta.

O famoso professor Pasquale Cipro Neto se escala no time que prefere chamar “presidente Dilma”. Em uma de suas aparições em programas de TV sobre língua portuguesa, aproveitou o momento político para decretar: normalmente as palavras que terminam ‘nte’ não têm variação. “O que identifica o gênero é o artigo que o precede, como o gerente, a gerente, o pedinte, a pedinte”.

A professora baiana, filha de pais russos, Nadegda Kochergin, pede licença para discordar do mestre Pasquale: “Presidenta é melhor porque deixa claro ser uma mulher e a questão de gênero, agora para o Brasil, vai tomar um novo fôlego”. É assim, “presidenta Dilma” que o Kumon, estabelecimento onde a professora Nadegda trabalha, com 25 unidades em Salvador e Região Metropolitana, vai recomendar a seus 2,6 mil alunos.

Na campanha, o PT divulgou “candidata a presidenta”. Se for dado a Dilma o direito de decidir como prefere, é muito provável que ela determine ser chamada “presidenta”.

Antes, a forma feminina se estabeleceu em professora, doutora e juíza, que também soaram estranho nos primeiros anos, mas depois foram assimilados no falar cotidiano dos brasileiros.

MAIS SIMPLES
Na Argentina, a presidenta Cristina Kirchner jamais deixou qualquer dúvida de sua preferência. “Presidenta! Comecem a se acostumar. Presidentaaa... e não presidente!”, gritava aos eleitores e eleitoras, toda animada, na campanha.
As mulheres argentinas saíam do chão nos comícios, felizes da vida com a disposição de Cristina para encarar a tradição machista.

Artigo publicado no site correio24horas.com.br

A presidenta foi estudanta? Uma belíssima aula de Português.


Depois da triste realidade dos livros didáticos, doados as escolas de São Paulo, com graves erros de concordância verbal, tenho que deixar registrada aqui esta postagem.
A PRESIDENTA FOI ESTUDANTA?
Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?

Miriam Rita Moro Mine - Universidade Federal do Paraná.
No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionarem à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha.
Diz-se: capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".

Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta.
Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".

terça-feira, 17 de maio de 2011

Conviver com a natureza por 5 minutos a cada dia melhora a saúde mental









Estudos têm mostrado que o tempo gasto em atividades ao ar livre é ótimo para a mente. Segundo pesquisadores da Universidade de Essex , no Reino Unido, os seres humanos têm uma necessidade profunda de contato com a natureza, que proporciona relaxamento para o cérebro ¿ sobretudo para os sobrecarregados pelas pressões modernas. A pesquisa foi publicada na revista American Chemical Society Environmental Science & Technology.

Estudaram dados sobre 1.252 pessoas que participaram de 10 diferentes estudos sobre o tema realizados no Reino Unido. Os estudos analisaram atividades como caminhar, jardinagem, ciclismo, pesca, canoagem, equitação e da agricultura e chegaram a conclusão que os efeitos mais positivos na saúde e auto-estima das pessoas vêm já nos primeiros 5 minutos.

“Pela primeira vez na literatura científica fomos capazes de demonstrar a relação de ‘dose-resposta’ para os efeitos positivos da natureza sobre a saúde mental humana”, disse Jules Pretty, pesquisador e autor do estudo.

Outros cientistas sugeriram que, em geral, os seres humanos devem jogar e brincar mais, reforçando a necessidade de leveza que remonta aos nossos dias de homens
das cavernas.
No novo estudo, realizado na Universidade de Essex, as maiores alterações ocorreram na saúde dos jovens e das pessoas que sofrem de distúrbios mentais, embora pessoas de todas as idades e grupos sociais sejam beneficiadas. De acordo com pesquisadores, todos os ambientes naturais foram benéficos, incluindo parques em áreas urbanas. As áreas verdes com água foram ainda mais benéficas.

“Acreditamos que haveria um grande benefício potencial para os indivíduos, a sociedade e para os custos do serviço de saúde se todos fossem buscar uma ¿automedicação¿ no exercício mais verde”, disse o pesquisador, e co-autor do estudo, Jo Barton.

livro: Reencontro com Você - Julia Blanque


Julia Blanque escritora de vários artigos voltados ao autoconhecimento, desenvolvimento mental , emocional e espiritual, é a autora do livro "Reencontro com Você".
Escolhi este artigo de seu blog reencontrocomvoce.blogspot.com

O PRESENTE É A ÚNICA COISA CERTA EM SUA VIDA
Sabe aquela cena em que você está andando sozinho e observa um lindo casal, sereno, andando sorridente, abraçado, passeando em grande estilo? E ai vem a pergunta: - Por que não estou feliz como eles aparentam? É o que minha amiga Glaucia indagava em tom de revolta. Tinha uma vida atribulada, com pouco tempo, lutando por metas pessoais, muitas pessoas cruzando seu caminho sem parar... Sentia-se incompleta, na busca por uma alma apaixonante que silenciasse seu coração. Esperava encontrar alguém que desse o alimento essencial, que seu coração e cada um de nós sonha. Em cada novo envolvimento, na ansiedade por segurança e amparo, entregava sua força. Sem perceber, perdeu a liberdade. Dependia de ser amada, de seu emprego e de tantas outras tramas externas para ser feliz. Quando algo acabava, voltava no porque nada durava e não era feliz. Sua busca estava num tempo distante, perdido talvez no passado ou no futuro. São pessoas que têm o hábito de se lamentar, esquecendo-se de si mesmas e da felicidade que sempre está no momento presente. Não percebem o porquê das relações, experiências que a vida nos presenteia HOJE, para aprendermos o grande desafio de amar! Primeiro - amar a nós mesmos e, atrair como consequência o melhor. Segundo - aprender a amar! Uns aprendem mais rápido e encaram suas vidas de forma positiva, porque confiam na vida. Outros, diante das várias presenças e individualidades, se machucam e abrem espaço para raiva e mágoas, emoções que aprisionam e geram mais sofrimento. Não aceitam o momento presente e jogam o foco da existência, em uma provável futura guinada na vida. O tempo passa muito rápido e a vida deve ser vivida com um sentimento de gratidão. Ah, como são belas as relações onde existe compaixão, compreensão e verdade... Existe uma força, uma poderosa presença divina que habita no coração de todos nós. Essa luz é o amor e o poder da verdadeira felicidade que, no mistério de sua sabedoria, nos guia nesta pequena jornada que é a própria vida. A consciência, acima das pequenas coisas, faz ver o ser humano com nobreza, e encontra a resposta adequada para aprender a grande força que é o amor. Aprenda a estar em equilíbrio, para ter discernimento e bom senso dando a resposta adequada a cada situação. Tenha a segurança em ser um coração verdadeiro, pleno de quem atinge o equilíbrio e a liberdade em si mesmo, de quem tem a confiança na força e na luz da sua presença, no Presente, que é a paz que nos refaz.